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Dicas para Alugar um apartamento


Alugar um apartamento tem as suas vantagens, principalmente para o seu bolso, mas ás vezes nem tudo é um mar de rosas. Embora esses sites sejam óptimos para a pesquisa de casas para todos os gostos e bolsos, os seus anúncios são colocados na sua maioria pelos proprietários dos mesmos e por isso, os sites não se responsabilizam pela sua veracidade. Como sabe existem pessoas menos sérias neste mundo e como tal, tem de agir de forma a evitar que seja enganado.

 

O procedimento normal, quando encontrar o apartamento ideal para viver ou para férias é entrar em contacto com o proprietário do mesmo e antes de avançar para a reserva, aconselho-o a esclarecer todas as duvidas. Não seja tímido, faça perguntas sobre tudo. Isso pode salvar-lhe as férias.

 

Se achar que o apartamento tem poucas fotografias, peça mais, inclusive do envolvente do apartamento. No anuncio pode dizer que a praia está a 50 metros e afinal está a 2km, por exemplo. Está a perceber onde quero chegar?

 

Tente saber qual a localização exacta do apartamento e verifique você mesmo a informação que o proprietário do apartamento lhe deu, no Google Earth ou no Google Maps. O primeiro é uma aplicação que tem de instalar no seu computador e o segundo não necessita de instalação, apenas tem de clicar no canto superior direito do mapa onde diz “Satélite” para poder ver a terra cartografada por satélite.

 

Até ao dia do pagamento pode desistir, por isso se sentir que o proprietário o tentou enganar ou omitir qualquer detalhe, na minha opinião, o melhor é não arriscar e procurar por outro apartamento.

 
 
 
 
 
 
 

 
 

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Descubra porque é melhor alugar casa

A poupança na renda acumulada ao longo dos anos compensa nunca ficar com a casa.

No cenário actual de endividamento das famílias e subida dos juros, os portugueses com crédito à habitação começam a sentir cada vez mais dificuldade em pagar a casa. No entanto, continuam a preferir comprar casa em vez de arrendar, por considerarem ser um investimento que irá valorizar.

O Diário Económico pegou em seis casos concretos, fez as contas e chegou a uma conclusão: arrendar pode ser um negócio tão ou mais vantajoso do que comprar.

Para comparar as duas hipóteses, partiu-se de um cenário de um casal com 31 e 35 anos, com um rendimento anual de 35 mil euros e que está indeciso entre comprar e arrendar.

O casal descobriu um T2 na Lapa (Lisboa), remodelado, com 70 metros quadrados. O preço para venda é de 190 mil euros e para arrendamento é de 850 euros por mês.

Calculámos quanto o casal pagaria se arrendasse o imóvel durante 20 anos e quanto pagaria se comprasse e, para tal, pedisse um crédito sobre 80% do montante total, ou seja, 152 mil euros.

As diferenças começam logo nos custos iniciais. Enquanto que para o arrendamento teriam de dar o valor de três rendas (2.550 euros), para comprar teriam de contar com 20% do valor da casa de entrada (38 mil euros), mais o Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT), custos notariais e registo, e ainda das comissões e despesas bancárias. Desta forma, o casal precisaria de cerca de 40 mil euros.

Ao longo dos anos, os encargos com o arrendamento são mais reduzidos. Supondo que a renda (850 euros) é actualizada a uma inflação de 2% ao ano, ao fim de 20 anos, teriam pago cerca de 247.800 euros. Ao optar por comprar, além das prestações, pagariam seguros de vida e multiriscos e ainda o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). No total seriam cerca de 278.500 euros, se as condições do empréstimo se mantivessem (taxa aplicada de 5,725%).

Mas ao fim de 20 anos, quanto realmente poupariam? A resposta está na diferença dos custos iniciais do arrendamento face à compra e ainda na diferença entre o que pagariam ao longo de 20 anos de renda e de prestação mensal. Ou seja, neste caso, a poupança seria de 74.500 euros. É claro que ao comprar a casa esta pode sempre valorizar. Nesse caso, o Diário Económico somou o dinheiro que poupou ao longo de 20 anos com o arrendamento ao preço da casa. Ao fim de duas década teriam de vender a casa pelo menos por 264.541 euros, ou seja, a casa teria de valorizar 1,67% ao ano para compensar comprar.

Replicando este cálculo chegaríamos então à conclusão que no caso do T1 no Porto (Bonfim), com um valor de compra de 60 mil euros e de 395 euros de renda, compensaria sempre mais optar por ser o proprietário.

 

 
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